José Paulo Ciscato

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Menina Arteira

Esta é uma canção que foi composta em homenagem a todas as mulheres que têm jovialidade, isto é, guardam uma menina arteira dentro de si. Participação especial de O Zi (Ozias Stafuzza) no vocal, o mesmo intérprete de Paragens. Música de JP Ciscato, letra de Juarez Figueiredo.

Menina Arteira

Te conheci, já era assim, sempre fugaz
Olhos só pra mim, seu sorriso triste
Me conquistou de tão bela e sagaz
Que as estrelas em riste
Levam os pensamentos há tempos atrás

Logo que chegou, me desafiou
Falando besteira, que menina arteira
Quanta peraltice você demonstrou
Te amo demais
Já fiz muitas canções faceiras
Pra tudo mundo que amei
Esta canção é pra você só

Boné, camiseta, short e chuteira
Garota encrenqueira tomando cerveja
Indo pela estrada, descendo a ladeira
Onde vai chegar?
Formosos olhos na manhã
Que parecem ser de romã
Seduza-me e venha me amar

Onde você foi?
Te procurei em todo lugar
Quero te encontrar e sonhar, brincar
Sou feliz por te ter e aprender
A saudade da sua arte é demais
Você é a razão do meu viver, sim.

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Participação Especial

Ciscato participa do CD Interior do Grupo a4vozes com a música Paragens, composta em parceria com o músico Ozias Stafuzza.

Para conhecer mais informaçõe e para adquirir o CD, acesse: Paulus - Loja Virtual


Rodamoinho de vento

Um dos personagens principais de nossa mitologia folclórica é o Saci Pererê, e quem quiser pegar um Saci tem que arranjar uma peneira de cruzeta e jogá-la sobre um rodamoinho de vento, onde, segundo a lenda, sempre há um Saci. Depois disso, levantar a peneira com cuidado, colocar sob a peneira uma garrafa, e tampá-la com uma rolha com uma cruz cortada na parte de cima, que é o que prende o diabinho dentro da garrafa..

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O Segredo da Terra

Esta é a versão instrumental de uma canção que conta a história de um garoto que começou a cavar a terra em busca de barro, cavava sem parar, sem se dar conta de que estava dentro de um buraco profundo, do qual não conseguia mais sair. Quando finalmente surge a terra úmida, isto é, o barro, o garoto percebe que seu achado de nada lhe serve dentro daquele buraco sem saída. Começa então uma luta desesperada para subir, agarrando se em pedras e raízes de plantas, renunciando ao seu achado. Via lá fora as pessoas queridas torcendo por ele, por sua vitória. Como prêmio de seu incessante esforço, o garoto finalmente se vê muito próximo de seus entes queridos, percebe que sua luta não foi em vão, como também percebe que sua luta não termina lá: continua a luta pela vida.

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Minueto 12/07 - Chuvas de Inverno

Um dia me predispus a compor um minueto, que é uma forma clássica e dança conhecida. Conclui a composição em um dia 12 de julho, frio e chuvoso, de onde vem o título desta peça.

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Dedicada a uma Atriz e uma Cantora

No dia em que compus esta música descobri que são primas uma atriz famosa e uma cantora que participou do grupo "Sagrado Coração da Terra". Ambas são de Belo Horizonte - MG. Quem são elas? Débora Falabella e Vanessa Falabella, primas e de grande competência profissional.

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Teresa

Teresa foi uma grande amiga que um dia me pediu para compor uma música para ela, e assim surgiu esta canção sigela, que fez dela uma pessoa inesquecível.

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Samba do Falso Improvisador

O título deste samba é um paradoxo, pois é justamente a primeira atitude contra os "falsos improvisos" que até então era uma constante nas minhas composições.

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Swing do Estudante de Jazz

Esta música é um swing, tipo de jazz feito para dançar, que foi escrita para trompete, sax alto, trombone e sax tenor, além dos instrumentos de acompanhamento, que são: piano, contrabaixo e bateria. Com a flexibilidade do MIDI, temos um "falso improviso" de trombone, totalmente irreal.

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Cortinas Abertas (Que Devem Ser Fechadas)

Na intenção de compor algo mais livre, obtive como resultado esta música que lembra bastante o estilo da banda "Emerson Lake & Palmer", nos anos 70. Esta pode servir também para dança contemporânea.

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Antes fosse

Esta música foi composta originalmente para violão e flauta, na época da ascensão do gênero New Age (Música da Nova Era). Agora, aproveito essa idéia para escrever esta versão totalmente eletrônica desta obra.

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Chorinho pro Mojola

Este choro foi um dos primeiros temas onde pude trabalhar com motivos de forma consciente, sob a orientação de meu professor Celso Mojola. Assim, decidi dedicá-lo a ele.

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Adorável Bailarina

Trata-se de uma valsa de curta duração onde pela primeira vez fiz uso de modulação. O sons lembram um pouco aquelas bailarinas de caixinha de música, e acredito que serve para ser coreografada.

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Rondó à Paulistana

A minha intenção foi compor uma música erudita na forma Rondó, isto é, A B A C A. Fiz então a obra em questão, obedecendo a receita. Foi classificada como vienense, pelo meu professor de composição, Celso Mojola, mas como sou bairrista, dei-lhe o nome de Rondó à Paulistana.

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Paragens

         Ao nascer nova luz no céu

         Da explosão estelar de dois olhares febris

         Mergulhar no abismo do mar

Cada dia querer mais

De onde veio o desejo

Por que em você o acaso o fez?

Inexplicável sempre como se fosse a primeira vez

         Desvelar o ardor do momento

         Que em esfinges repousou

         Arriscar-se a crer que o sofrimento

         Pode ser vento que passou

Apalpar cegamente a paz,

Descobrir o prazer na tez dos lábios lilás

Doce reino da surpresa,

Êxtase de preamar

         Tudo ter mais sentido aos olhos distraídos

         Um canto enfeitiçando os que têm medo de perder-se

No labirinto, a cabeça ao avesso

O começo de um amor

Reeditar todo sonho esquecido

Nas paragens do além-dor

Revelar um tesouro escondido no vestido furta-cor

Rebuscar todo tempo perdido

Nas paragens do além-dor

Música: JP Ciscato

Letra: o Zi

Canta: o Zi


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Para saber mais informações ou para adquirir o CD, fale diretamente com o músico pelo e-mail: oziasstafuzza@yahoo.com.br




Música e Informática

A Música: arte antiga, que foi evoluindo e modernizando-se.

A Informática: tecnologia moderna, que aos poucos foi abraçando todas as áreas, inclusive a música.

A informática está na música das seguintes maneiras:

  1. Com os programas editores da partitura. Hoje em dia os maestros editam seus arranjos por meio de programas como: Encore, Finale, Sibelius e outros, poupando-se do trabalho braçal de escrever para cada instrumento.
  2. Com os programas seqüenciadores: Ex.: Cakewalk. São programas desenvolvidos para manipular seqüências MIDI, que por sua vez controlam os teclados sintetizadores. As ações dos teclados podem ser emuladas pelas placas de som que têm MIDI (ex.: Sound Blaster Audigy 2 da Creative), ou programas emuladores de Wave Table (Roland Virtual Soud Canvas e Yamaha XG).
  3. Áudio digital: os computadores têm o poder de digitalizar o som e gravar em forma de arquivo de áudio, substituindo assim o audio analógico (fita magnética, disco de vinil). Existem os programas feitos para editar o audio digital, como: Soud Forge e Cool Edit. Os arquivos de áudio nos formatos wave e mp3 podem ser inseridos em projetos de animação e edição de vídeo, todos feitos por computador.
  4. Hoje é possível copiar CD, extrair faixas e gravar arquivos de áudio em CD. É possível também transformar disco de vinil e fita cassete em CD, fita de vídeo VHS em DVD.

A música sempre existiu independentemente da informática, mas hoje em dia a informática é necessária não só na música como também em outras áreas. Hoje vivemos a seguinte realidade: se der pane em alguns servidores da web, o mundo inteiro pára.

É isso companheiros. E aguardem as próximas novidades!




Novo CD

Já está pronto o novo CD de J.P. Ciscato, Cortinas. Leia as palavras do músico e saiba como adquirir o CD em Obras.




A essência da composição 2

Nesse post, J.P. Ciscato descreve cada música do CD Artesanal. Para quem já conhece o trabalho, fica a oportunidade de descobrir a história de cada música. Para quem não conhece, fica a vontade de ouvir essas composições!

1. ARTESANAL

A arte não é mecânica ou pré-programada. Esta música foi escrita minuciosamente nota a nota, tendo como resultado um efeito semelhante ao de uma orquestra, embora os sons sejam todos sintetizados.

2. RODAMOINHO DE VENTO

Diz a lenda que para pegar um Saci, deve-se apanhar uma peneira de cruzeta num dia de muito vento, e jogá-la sobre um rodamoinho. Em seguida, colocar dentro da peneira uma garrafa e tampá-la com uma rolha que tenha uma cruz cortada com canivete. Depois disso, deve-se cair na modorra para que o Saci apareça dentro da garrafa.

3. ESPIRITUALIDADE

Nada como a simplicidade para transmitir a paz espiritual. Ao invés dos mais sofisticados sons eletrônicos, foi usado um violão com uma cama suave de cordas, e melodias com flauta e sax alto. Pena que esses últimos tiveram de ser sintetizados

4. ANTES FOSSE no 2

Trata-se de um novo arranjo da música Antes Fosse, publicada no CD "Viagens & Fantasias". A versão original é orquestral, enquanto que esta é samba-jazz.

5. PROVAVELMENTE ESTA NOITE

Espécie de Balada-Rock, tendo como solistas uma flauta, um sax alto e uma guitarra com efeito de "Overdrive", servindo também como reforço do baixo em alguns trechos. Seu estilo é semelhante ao do rock progressivo dos anos 70.

6. À DERIVA

Esta música, muito longa por sinal, tem o estilo antigo do Genesis, da época em que faziam rock sinfônico. A principio tinha uma letra que citava um barco solto no mar, sem leme, sem remos, sem um rumo a seguir, o que representa uma pessoa depressiva.

7. VALSA DO ANDARILHO

Uma valsa um pouco diferente: instrumentação de jazz. A base é um som de piano realçado por um som sintetizado de cordas, mais um baixo e uma bateria. Solos de violão, sax tenor e flauta.

8. A BELA HELENA

"Helena significa a união de Atman, o masculino, Buddhi, o feminino, com Manas, a alma humana, união mediante a qual se identificam a Consciência e a Vontade".

Samael Aun Weor

9. DE NOVO ISSO?

Este título é uma ironia direcionada ao público brasileiro, que não quer ouvir de novo nas novas músicas a raiz brasileira, isto é, o samba, o baião, o choro etc. Assim, fiz desta faixa um "Baião Eletrônico" com o intuito de "desamericanizar" um pouco as nossas tendências musicais.

10. PROGRESCENTISTA

Esta palavra não consta do dicionário. Foi obtida juntando-se as palavras "Progressivo" e "Renascentista". A primeira parte junta elementos de Música Renascentista e Música Medieval. Na segunda parte uma mudança abrupta de estilo, andamento, instrumentação. No final da faixa, é reproduzida a melodia da primeira parte, mas no estilo da 2a parte.

11. EIS QUE SURGE ...

Para muitos pode parecer mais uma música escrita a partir de um estilo pré-definido, usando ritmos pré-programados, etc. Mas na verdade foi escrita instrumento a instrumento, nota a nota. Tem como solistas um violão e um sax alto.

12. MUDANDO COM O TEMPO

A 1a parte lenta, suave, acompanhada por um Synth Strings e Baixo Fretless. A 2a parte é um samba em 3 por 4, contendo 4 solos: Sax Soprano, Flautim, Baixo e Guitarra. A 3a parte é semelhante à 1a parte.

13. REQUIEM PARA UMA PRINCESA

No ano passado (2004) eu estava preparando uma trilha para um espetáculo de dança, cujo tema é "Branca de Neve e os Sete Anões". Precisei compor uma música para a cena em que Branca de Neve estava deitada na esquife sendo velada pelos anões, após ter mordido a maçã envenenada. Assim, surgiu esta música triste.




A essência da composição

Nesse post, J.P. Ciscato descreve cada música do CD Viagens & Fantasias. Para quem já conhece o trabalho, fica a oportunidade de descobrir a história de cada música. Para quem não conhece, fica a vontade de ouvir essas composições!

1. IMPRESSÕES

Esta música em compasso ternário é dividida em três partes: a primeira parte é alegre, leve e despretensiosa. A segunda parte é mais tensa, rebuscada e erudita. Finalmente, a terceira parte que nada mais é que uma repetição as primeira parte. Esta forma e semelhante à forma conhecida como "minueto".

2. TEMPERANÇA

Sinfonia em forma de jazz moderno composta das seguintes partes: Inquietude I, Análise Interior, Brincando de Deus, Karma e Dharma, Inquietude II.

3. ATÉ VOCÊ? (versão em choro)

Compus este choro numa época em que chorinho era febre entre os compositores brasileiros. Os instrumentos utilizados são o mais próximo possível de um grupo de choro tradicional, que o midi pode oferecer, isto é: flauta, clarinete, violões de aço e nylon, contrabaixo e percursão.

4. IGUAÇU

Este baião urbano foi composto em homenagem aos grandes pianistas compositores da música instrumental brasileira: Egberto Gismonti, Nelson Ayres e Wagner Tiso, cujo estilo está caracterizado pelos acordes dissonantes e harmonia fora do comum.

5. ANTES FOSSE

Alguns classificariam como clássica, outros como "New Age", ou qualquer outro rótulo. Trata-se de uma música suave e melodiosa, onde há uma flauta acompanhada por um violão e orquestra de cordas (sintetizados). No meio, um solo de um instrumento midi chamado Space Vox.

6. ATÉ VOCÊ? (versão em samba)

É o mesmo choro da 3ª faixa, em ritmo de samba. Os instrumentos de acompanhamento passam a ser o piano, o contrabaixo e a bateria. Como solistas, flauta e guitarra.

7. CIRRUS CUMULUS

São nuvens de baixa condensação cuja forma lembra chumaços de algodão. São consideradas nuvens de tempo bom. Esta faixa é dividida em seis partes: Prelúdio, Nevoeiro I, Variações, Interlúdio, Condensação, Nevoeiro II.

8. MARASMO

Do estrangeiro ao nacional. Começa com um tipo moderado de funk, ou pouco puxado para o jazz, até assumir uma levada de samba que permanece até o fim. Solos: clarinete, guitarra e sax alto.

9. CABO FRIO

É um jazz em três por quatro, com improvisos em cinco por quatro, onde os solistas são: uma flauta, seguida de um trumpete. O título foi dado em homenagem à famosa cidade litorânea fluminense.

10. AURORA BOREAL

Uma parte leve e suave como música renascentista, com alegres contrapontos entre flauta e flautim, acompanhados por um violão clássico, seguida de uma parte um pouco mais agitada, acompanhada por baixo e bateria, sempre alegre. Uma música que nunca anoitece, como a Aurora Boreal.

11. DITA CUJA

Jazz-Fusion moderado onde são combinados vários timbres de sintetizador. O uso do timbre Atmosphere dá o diferencial no arranjo.

12. O SEGREDO DA TERRA

Tema baseado num texto que conta a história de um menino que começa a cavar a terra em busca de barro. O buraco fica tão profundo que o menino, quando cai em si, se vê preso lá dentro, isolado do mundo e das pessoas. Começa então o esforço para subir e se libertar.




Evoluindo como compositor

Olá, amigos. Faz-se necessário que eu relate como tem sido a minha evolução como compositor, principalmente no período de um ano para cá.

Tive a enorme sorte de conhecer Celso Mojola, um pianista erudito que leciona composição na Faculdade Carlos Gomes, e passei a tomar aulas particulares com ele.

De cara, encontrei um erro: eu fazia uma harmonia bem estruturada, e de última hora tentava encaixar uma melodia às pressas. Isso muitas vezes acabou resultando em melodias pouco consistentes, às vezes pouco cantáveis.

Tive então que retornar às origens da análise, no qual se estudam os motivos, as frases e os períodos. Para quem não conhece esses termos, podemos dizer que é um tipo de Beabá da melodia. O motivo é como uma célula central do tema, sendo que todas as linhas melódicas giram em torno dele. Percebi o quanto é importante que cada obra tenha uma temática coesa e coerente.

Compus várias peças, algumas como tarefa para as aulas de composição, outras por iniciativa própria. Cheguei a um ponto onde as melodias principais começaram a ficar mais coesas, o que representou uma melhora. Mas ainda havia um problema: os solos intermediários. Na música popular, existe a melodia principal, geralmente interpretada pelo cantor, e aparece no inicio e no fim, enquanto que no meio existe um solo de instrumento, via de regra tocado de improviso. Quando um músico improvisa, ele não tem tempo para pensar em motivos, frases, períodos etc, assim, o improviso está mais para o músico demonstrar a sua técnica de execução. E eu tentava ingenuamente simular esses improvisos, escrevendo-os em partitura, o que os tornava na verdade falsos improvisos. Solução para o problema: passei a substituir os falsos improvisos por linhas melódicas mais elaboradas. Foi quando surgiu o Samba do Falso Improvisador.

Com essa primeira evolução, montei o CD Em Sua Homenagem. Segue um depoimento do Prof. Celso Mojola a respeito do CD.

José Paulo Ciscato é um compositor com um imaginário sonoro muito particular, e "Em Sua Homenagem" é uma prova disso. Tive a oportunidade de acompanhar a gestação e o nascimento de muitas faixas desse CD e pude comprovar a seriedade de propósitos com que J. P. Ciscato se dedica à arte e ao artesanato musical. Suas peças soam sempre agradáveis e atraentes, mas destaco de modo especial o completamente vienense "Rondó à Paulistana", o "Swing do Estudante de Jazz", que traz um solo de trombone digno de um verdadeiro J. J. Jobinson, e a "Suíte Primaveril Nº 1", um conjunto de cinco pequenas peças para flauta, violino, viola e violoncelo combinados de várias maneiras (solo, duo, trios e quarteto). A natureza mais clássica e experimental desse trabalho, a referencia à primavera, e a nº 1 do título, tudo isso é um indicativo de uma nova perspectiva no horizonte criativo de J. P. Ciscato, o que só faz aguçar minha curiosidade.

Celso Mojola, Professor de Composição.

Agora, neste momento, estou estudando variações de um tema. Entre um tema principal e uma variação existe uma relação muito estreita, tendo como elemento unificador o motivo. Cada variação terá o motivo do tema principal modificado segundo uma receita, que pode ser uma das seguintes:

Bem, companheiros, a explicação sobre essas formas de variações ficará para o próximo artigo. Até breve.



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